Salve, Maria!

Página de Formação e Informação Católica

"Apareceu no céu um grande sinal: uma mulher vestida do sol, com a lua debaixo dos pés e na cabeça uma coroa de doze estrelas" (Apocalipse 12,1)

Índice das Seções:
Página Inicial
Em defesa de Nossa Senhora
São José
A Missa
O Novo Rosário
Orações
Devoção aos Santos
Campanha da Fraternidade
Outras Páginas Católicas
Cantinho de Meditação (textos)
 

Observação: para retornar à seção anterior, use o botão "voltar" de seu navegador.

Responsável pela Página: João (membro de pastorais da Arquidiocese de São Paulo e professor na Rede Pública). No ar desde 1999. Site Prof. João César: http://profjoaocesar.tk 

Esta página: http://salvemaria.sites.uol.com.br || http://salvemaria.tk  

"Cantinho de Meditação" (índice de textos) http:salvemaria.sites.uol.com.br/texto.htm

==> Para acessar outras páginas e serviços de interesse católico, use o sistema de "Busca Católica", clicando aqui.

Uso livre destas páginas, desde que na íntegra e sempre citando as fontes e endereços.

RELIGIÃO TAMBÉM É PRÁTICA NA VIDA DO DIA A DIA ! A FÉ SEM OBRAS É MORTA! (S.Tiago 2, 26)

RELIGIÃO

Alguém disse, certa vez, “que a Religião é o ópio do povo”. Depende do ponto de vista.

Se a Religião é uma instituição à serviço de certos grupos (governamentais ou não), servindo para calar o povo, dizendo-lhe que o sofrimento e a miséria são vontade de Deus, que as pessoas sofrem porque merecem, com certeza tal Religião pode ser chamada de “ópio do povo”.

Mas se a Religião é, como a própria palavra latina religare diz, uma religação entre o ser humano e o Ser Supremo que o criou, a Religião jamais será um ópio. Pelo contrário, será libertação. Principalmente se mostrar que somos obras de um Criador que nos ama e trata suas criaturas sem fazer a menor distinção; se pregar que o sofrimentoe miséria não são vontades divinas, mas resultado do egoísmo de alguns seres humanos que querem ser mais que os outros, muitas vezes tomando o lugar de Deus.

Hoje em dia podemos ver claramente o que ocorre graças a uma mentalidade do tipo “religião não está com nada”, “é coisa de beato e de quem não tem nada para fazer” etc. Basta ver que a Religião cedeu lugar ao consumismo desenfreado, à uma total falta de valores e de ética, ao relativismo de tudo e de todos, onde nem a vida tem mais valor.

Agora não se tem mais consciência de um ser superior que nos criou como irmãos. Vale tudo, desde que se tire vantagens, nem que, para tanto se passe por cima de tudo e de todos e, se necessário, chega-se a eliminar os que são julgados descartados ou empecilhos.

Queima-se índios e indigentes por brincadeira, “sem intenção de matar”. Aplicam-se trotes violentos em calouros por simples brincadeira. Combram-se propinas para obter-se favores, “porque todo mundo sempre fez assim”. Ridicularizam as instituições, sobretudo a família, afirmando que ela não é mais necessária, “que a pessoa se educa sozinha” e que “se fica com quem quiser e quando quiser”.

Claro que as novas gerações crescendo nesta cultura achará tudo isso como normal e não assumirá nenhum compromisso. “Tudo vale, posso tudo”, inclusive tirar a vida dos outros.  Se tiver algum problema, se algum limite criar frustração, basta abrir as portas ao consolo das drogas.

Precisamos URGENTEMENTE resgatar o verdadeiro sentido da Religião, para que saibamos que Deus nos criou e que somos todos iguais diante dos olhos dele. Que ninguém pode “brincar de deus”, mas saber que existem valores para  que ninguém seja superior a ninguém. Que para tudo há um limite bem claro. Liberdade pressupõe limites. Não confundamos LIBERDADE com LIBERTINAGEM ! “Meu direito termina onde começa o direito do outro”.

Precisamos abrir as portas do nosso coração para Deus, antes que tenhamos que abrí-las para as drogas ou coisas pior. Aliás, ONDE HÁ PRÁTICA DE RELIGIÃO, AS DROGAS E A VIOLÊNCIA NÃO ENCONTRAM ESPAÇO ! Atenção: não bastam palavras, textos decorados e discursos; é fundamental praticar aquilo no que se crê !

Vamos começar uma grande jornada em defesa da Religião, não importando qual seja ela, desde que seja verdadeira e sem “ópios”. Respeitemos mais nossos padres, pastores, reverendos e outras autoridades religiosas. Vamos incentivá-los, juntemo-nos aos leigos, façamos propaganda e gestos sérios de verdadeira religiosidade. Cada um na sua Religião, com sua identidade própria, e sem ferir ou atacar aquele que não pensa como nós!

MÃOS À OBRA, que o assunto é urgente !

João, católico apostólico romano (leigo)